Friday, December 24, 2004

Festas Felizes

Daqui do vosso muito Americano correspondente (desculpem o teclado mais uma vez) ficam os meus desejos que tenham umas festas muito felizes, com festejos religiosos ou sem eles, com festas de ano novo de arromba ou no sossego do lar. O importante eh fazer-se aquilo que sabemos nos vai deixar feliz. Como tal, um bem haja muito grande para todos os que leem estas linhas, e ate breve... pessoalmente, espero.


Friday, December 17, 2004

rumo para o Sul

Dezembro com temperaturas nos 35 graus?!? A sério? Não pode ser.
Pode, pode. Embarco amanhã (hoje) para Miami, a terra do sol, das praias, dos crocodilos e dos famosos. Razão. Casamento Americano. Ele do Michigan, ela do Minnesota, festa na Florida. Assim funciona este país. Enquanto em Portugal, 95% dos convidados têm de fazer uma viagem de carro para a terra da boda, aqui 95% têm de apanhar o avião. Muita gente nova, muita gente amiga, o noivo é o meu orientador Jr, a noiva é minha amiga e colega de laboratório. O Jeff e a Ana. Muitas prendas, muito glamour, muita expectativa. Muita antecipação também por umas quantas recepções com “os pés na areia”, com bebidas com chapelinhos, com canapés deliciosos, e com uma brisa suave que disfarça o calor que está. Diz-me a Ana que uma dessas recepções vai ser oferecida por um tio dela que... é dono de uma ilha em Coral Glabes. Logo pegada a ilha da Mariah Carey. Pois. O que se diz numa situação destas? “Que bom ter um tio assim”?
Portanto, nos próximos dias, não chorem por mim, uma vez que vou provar um pouco da vida deslumbrante daqueles que podem... e quem pode... pode. Como diz o meu amigo Zé Pedro.
Espero que não faça muito frio por Portugal. Eheheheh. Agora sabem o que eu sinto quando gozam comigo a dizer que as temperaturas por aí estão “muito melhores” do que as que tenho aqui, no Norte da América. Por isso, “rumo para o Sul”. Até ao meu regresso, aqui e nos e-mails.

Wednesday, December 15, 2004

Omda 106

Ummmmmm. Desenvolvimento curioso nestes tres ultimos anos. Ja nao celebro o Natal. Nao no sentido social do termo, uma vez que o Natal pode ser visto como qualquer outra razao para juntar familia ou amigos, mas no sentido em que, nao acreditando no nascimento de Jesus Cristo, ou pelo menos, um JC com conotacoes messianicas, deixo de celebrar o Natal como momento de celebracao religiosa, com todo o aparato que a noite exige, o nao comer carne, o oferecer prendas, a TV que debita ao fundo a missa do galo. Paulatinamente, por exemplo, vejo-me a recusar a idea de receber ou oferecer prendas, coisas de Reis Magos que veem do Oriente.