OMDA
Tuesday, February 28, 2006
Carnaval
E qum disser que "nao eh para levar a serio", nao esta a ver bem a coisa
"Não são os dias de folia carnavalesca que fazem a diferança. O que faz a diferença é a fraca qualidade do trabalho no resto do ano."
António José Teixeira, "Diário de Notícias", 28-02-2006
Monday, February 27, 2006
weekend edition
Por outro lado, o filme "O Dia depois de Amanhã" parecia até ser possível
Imaginem que estão a passear na rua, e que entram numa loja de comida rápida, pedem umas batatas fritas, e por causa da baixa temperatura da face, o mecanismo de mastigar faz doer a raiz dos dentes, os dentes, a mandíbula, a zona onde a mandíbula se junta ao ouvido, etc. Assim foi o meu fim-de-semana. Na cidade mais linda do mundo, o céu azul cristal, e com o vento frio que entrava pelo Hudson, pensei que ia ficar congelado para ser reanimado num futuro onde todas as mulheres são iguais a Mila Jovovich ver aqui. Tanto frio, senhores. Que coisa tão difícil de suportar. Ontem estavam -8 na Cidade de NY. Menos oito! Brrrrrrrr. Muito complicado para quem tem sangue “Mediterrânico” (eu sei, eu sei).
V for Vendeta
Atenção ao máximo para este.
Dos manos que fizeram o Matrix, com a voz do fabuloso Weaving e com a sempre charmosa Portman.
http://vforvendetta.warnerbros.com/

Monday, February 20, 2006
globalização
E aquele rochedo ali para o lado das Berlengas?
Noticia de ficar de queixo caído. Os Estados Unidos têm tropas que estão em serviço militar em 175 países… 175 países?!?! EXISTEM 191 nações no mundo. Incluindo Protectorados, Repúblicas e montes Alentejanos. Isto quer só (!) dizer que os Americanos estão estacionados militarmente em 92% do globo! E há soldado que chegue?
Em 2025 teremos está lá o meu filho (sonho eu)
A ver o All Star Game (o jogo das estrelas da NBA) a páginas tantas, em 10 jogadores de campo tínhamos: um Canadiano - eh?! (esta do “eh?!” ninguém vai perceber), um Alemão (o deus, o deus!!), um Espanhol (de Barcelona, por supoesto), um Francês (nascido na Bélgica, mas pronto) e um chinês, que é assim como a muralha da china, mas na vertical. Falo claro (e os maluquinhos da NBA já disseram o nome dos jogadores a medida que iam lendo) de Steve Nash, Dirk Nowitzki, Pau Gasol, Tony Parker e o Yao Ming. É a aldeia global. Pormenor curioso, os Europeus passam a bola, os Americanos mal a agarram já toda a gente sabe que vão lançar ao cesto. Até parece aqui na Universidade. GO DALLAS!!!

Thursday, February 16, 2006
mudanças, neve e viagens no espaço
Eu pedi autorização para levar a cama, mas o director da biblioteca achou um “exagero”.
Mudei de “casa”. Bem, não no sentido literal do termo, mas a nível de lugar onde a “acção” se passa. É engraçado como as coisas dão a volta. No meu primeiro semestre, especialmente por causa da cadeira de Neurofisiologia que tive na altura (há um milhão de anos atrás) passei muitas horas sentado nas cadeiras confortáveis da Biblioteca da Universidade de Connecticut. Bons tempos esses. Agora sou aluno finalista. E como tal tenho direito a um “gabinete de estudo”. Oh sim, um quartinho no segundo andar da Biblioteca com uma janela que dá para a praça principal da Universidade. Catita. Com uma secretária e umas estantes, ligação a NET (neste caso o wireless trata de satisfazer essa necessidade) e uma cadeira confortável. Não muito grande, algo monástico, mas é assim mesmo. Nada nos pode distrair da “missão académica”.
Só passado meia hora é que descobri que era o carro do vizinho.
Quando cá cheguei tive de me entreter a desenterrar o carro de um monte de neve. Que recepção de boas vindas. Eu, sem pequeno-almoço, ou café, as pázadas de neve para o meio da estrada. Bah! O carro estava de neve até as janelas. Ainda se diz que “nevou” em Lisboa. Pois sim. Para ajudar a festa, este fim-de-semana vai estar…-15ºC. Maravilha.
Ainda nos queixamos dos Invernos frios e verões quentes.
Um estudo recente mostra que o planeta Terra teve a imensa felicidade de se encontrar uma “zona habitável”, que é a zona onde não estamos perto do sol de modo a ficarmos torrados, ou afastados o suficiente para sermos um rochedo gelado. Vénus, por exemplo, tem temperaturas na superfície de 900ºC, enquanto Marte tem temperaturas na média de zero graus. O astrónomo Michael Hart afirma que se o nosso planeta tivesse 1% mais próximo do sol seria impossível aqui viver, ou se estivéssemos 1% mais afastados era uma tundra gelada. Outra nota interessante é o facto de devermos a nossa existência como ela é a Júpiter e a Saturno. Devido a estes dois gigantes, muitos dos cometas e asteróides que se dirigem para o Sol são atraídos pelo potente campo gravitacional destes dois monstros gigantes de gás. Sem estes dois vizinhos, o mais certo eram termos cataclismos como os que extinguiu os dinossauros.



